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Livro Teatro na Escola 5 - relação das peças PDF Imprimir E-mail

Conheça as peças teatrais que fazem parte do 5º volume da coleção, sugeridas para jovens de 12 e 13 anos. 

Apresentação das peças com notas da autora Ruth Salles.

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O INCA

Esta peça foi escrita a partir do mito que conta a história do início do povo inca. Depois do canto inicial, as etapas da criação são simbolizadas por estrofes em que o número de sílabas de cada verso vai aumentando. A 1ª estrofe tem duas sílabas em cada verso, a 2ª tem três, a 3ª tem quatro, e as estrofes do sol e da lua têm cinco. Depois, os versos vão-se abrindo, com sete, oito e nove sílabas. No fim, os versos dos filhos da Mãe-Terra têm quatro sílabas novamente. A música é baseada em melodia de origem incaica.

A VISÃO DO IMPERADOR

Esta peça é baseada numa lenda da famosa escritora sueca Selma Lagerlöf. Nascida em 1858, foi professora e lutou pela paz mundial e pela emancipação da mulher, e em 1909 recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. Suas sagas, lendas cristãs e outras lendas são lindíssimas, cheias de exuberante fantasia e de profundo amor. Esta peça foi escrita em alemão por um professor de uma escola waldorf, cujo nome não chegou ao nosso conhecimento. Aproveitando o assunto da lenda, o professor incluiu na peça um pouco da matéria de História. Minha versão em português teve as frases dos diálogos diminuídas, mas contém um pouco mais da lenda em si, nas palavras da primeira canção e no fim da peça; contém também trechos da 4ª écloga de Virgílio, dita messiânica, além de algumas notas de uma canção hebraica e o canto gregoriano final, dado como sendo de autoria de Santo Ambrósio (Aurelius Ambrosius, 340-397). A tradução, que encontrei, da écloga de Virgílio é da autoria do poeta português Leonel da Costa Lusitano.

A SAGA DA ROSA-DE-NATAL

Esta peça é baseada numa lenda da famosa e querida escritora sueca Selma Lagerlöf. Nascida em 1858, foi professora e lutou pela paz mundial e pela emancipação da mulher, e em 1909 recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. Suas sagas, lendas cristãs e outras lendas são lindíssimas, cheias de exuberante fantasia e de profundo amor. Na adaptação para peça que fiz desta lenda de Natal, as personagens se destacam do coro sempre que se fazem necessárias no centro da cena. Duas canções escandinavas constam da peça, “Vallvisa” e “Kling klang, klockan Slar” (a segunda é da Finlândia). Nelas foram adaptadas letras em português, que servem ao tema da peça, nada tendo a ver com as letras das canções originais.

DOM GAIFEIROS

Esta peça se baseia em antiqüíssima xácara, nome que se dava a uma narrativa popular feita em versos. Essa xácara, de tradição oral, colhida e transcrita por Almeida Garrett, poeta português do século XIX, é um romancinho considerado precioso, do tempo do domínio mouro na península ibérica, com personagens da corte do Imperador Carlos Magno (século IX). O nome “Gaifeiros” talvez seja, por isso, um aportuguesamento do francês “Geoffroy”. No livro de Cervantes (século XVI),“Dom Quixote de La Mancha”, essa xácara já aparece representada num teatrinho de fantoches. Como nas histórias maravilhosas, a esposa de Gaifeiros fica sete anos cativa dos mouros e só no oitavo ano pode ser salva. E também, quando Gaifeiros foge com a esposa na garupa do cavalo, este só consegue saltar a muralha da cidade mourisca na oitava volta, ou seja, depois de dar sete voltas. Gaifeiros salva a esposa porque luta com a espada encantada do famoso cavaleiro Rolando. Conservei o mais possível a linguagem e o ritmo de Almeida Garrett, assim como o tratamento em tu e vós.

A CHAMA SAGRADA

Esta peça, escrita em versos por Gottfried Richter, baseia-se numa das lendas cristãs da escritora sueca Selma Lagerlöf. A professora Mônica von Beckedorff fez a tradução literal, do alemão para o português. A partir dessa tradução, recriei os versos. A lenda, cheia de encanto e fantasia, se refere às aventuras de um cavaleiro cruzado.

OS NAVEGANTES

Nesta peça, tomam parte o infante Dom Henrique, o rei Dom João II, navegantes, marinheiros, mulheres dos marinheiros (elas representam o medo e as superstições da época), cronista, e talvez astrônomo, astrólogo, cosmógrafo e cartógrafo. O Coro representa o lendário templo druídico da ponta de Sagres.

A HISTÓRIA DO MAGO MERLIN

Esta peça, para alunos de 12 a 13 anos, foi escrita baseada na narrativa de Maria Christiane Benning, no livro König Artus und Merlin, que conta o nascimento e as peripécias da infância de Merlin, o lendário mago conhecido como conselheiro do rei Artur.

JOGRAL DA AMÉRICA DO NORTE

Este jogral foi criado para ilustrar a aula de Geografia, e depois foi ampliado a fim de que, nele, fossem treinados verbos no tempo Imperativo.

O CALIFA CEGONHA

Esta peça é uma adaptação do conto de Guilherme Hauff, do livro “Contos Orientais”, e foi criada para ser encenada com fantoches por alunos das classes maiores, de 13 anos e acima, para as crianças das classes menores. A música fica a critério do professor de música.

 

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